sábado, 1 de junho de 2013

do verbo > Regressar <


Volto em forma de palavras ausentes de melancolia.

Volto pela minha essência de um Ser composto de histórias urgentes e enigmáticas.

Volto num presente feito de passados longínquos, apaixonantes, apaixonados, deslumbrantes e

deslumbrados, volto para me fazer eu/minha >






> dona de histórias ricamente traçadas por um caprichoso destino. Sou eu em mim, o máximo de mim. Existo no meu Ser, no meu todo; corpo e alma, a eterna dualidade de um só corpo, o significado dos meus sentidos, a explicação mais racional das minhas sensações. Eu; Carla, uma alma que regressa ao corpo ausente.


«A Alma regressa ao corpo
Dirige-se aos olhos
E choca. _ A Luz Invade
Todo o meu ser. Que espanto!»


Jorge Guillén

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